27 outubro 2008

Vai, meu bem... vai ser óptimo pra ti, vais abrir janelas e criar elos que te levarão para mais perto da realização do teu sonho; vais estar longe e vai ser difícil, claro, mas poderás rever familia e amigos e, com toda essa simpatia, não demorarás um segundo a travar novas amizades. Vai, meu bem... tudo correrá bem e, afinal, 6 meses não é assim tanto tempo. Na verdade, quando dermos conta, já vais estar de volta, vai ser um instantinho.

Não vás, meu amor... não me deixes desamparada sem a tua presença constante e sem os teus braços em meu redor. Não deixes que os nossos corpos se afastem por um oceano nem permitas que precise de uma praia deserta para te sentir mais perto. Não vás, meu amor... não deixes que os nossos fusos horários sejam diferentes, não permitas que não te possa ver, beijar nem sentir por uma eternidade de seis meses; deixa-me rir e sorrir contigo, deixa-me aquecer-te as mãos geladas e beijar-te a testa quente. Não vás, meu amor, não vás, que tanta falta me farás.


Vai, meu querido, mas volta. E volta bem rapidinho.

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